sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sites infectam aparelhos Android

A rápida evolução dos malwares para Android continua, a passos acelerados!

A empresa de segurança Lookout Mobile Security identificou sites alterados para infectar dispositivos Android com software malicioso, através do simples fato de acessar o site.

Essa prática é conhecida como "drive-by-download" (download guiado, traduzindo livremente), utilizada frequentemente em desktops: consiste em acessar um site com o software malicioso hospedado e durante o acesso o software é baixado e pode infectar o dispositivo caso este não esteja com uma proteção ativa e atualizada. “Parece ser a primeira vez que websites estão sendo usados para distribuir trojans direcionados para dispositivos Android” afirma a Lookout Mobile Security.

A companhia afirma que identificou um grande número de sites comprometidos, mas que o tráfego desses endereços é muito baixo. A ameaça é chamada "NotCompatible".

“Essa ameaça não parece causar nenhum dano direto ao aparelho, porém poderia ser utilizada para obter acesso ilícito a redes privadas, ao transformar o dispositivo Android em uma espécie de proxy. Essa informação é importante para administradores de TI, já que um aparelho infectado pode servir para obter acesso a sistemas ou informações protegidas, seja em empresas ou até mesmo de governos." explicou um dos analistas da Lookout.

Depois que o malware é baixado, o dispositivo irá perguntar ao usuário se ele deseja instalar a aplicação, todavia, para que esse processo seja concluído, é preciso que a opção “unknow sources” (fontes desconhecidas) do Android esteja habilitada no aparelho, afirmou a empresa. Caso não esteja, apenas aplicativos da Google Play (antiga Android Market) poderão ser instalados do equipamento.  

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Phishing para Twitter

Um novo ataque de phishing esta se espalhando pelo Twitter, com o objetivo de efetuar um roubo de identidade dos usuários da rede. O golpe foi identificado pelo ESET e já afetou mais de 31 mil usuários ao redor do mundo. As mensagens falsas geralmente usam mensagens sobre rumores ou tragédias.

Os tweets incluem um link fraudulento e, caso o usuário clique no mesmo, é redirecionado para uma página que informa que a conta do Twitter saiu do ar. A partir disso o usuário é instruído a inserir informações pessoais, entre elas o usuário/senha, para poder voltar a rede. Nesse momento ocorre o roubo de identidade, ou seja, alguém tomará posse do seu usuário/senha.

Até o momento, apenas links e frases em inglês foram identificados pela ESET, mas a tendência é que logo migrem para outros idiomas, inclusive o português. 

Para evitar esse tipo de ataque, é mais válido a atenção do usuário, evitando clicar em links suspeitos e acima de tudo, não inserir informações pessoais sem necessidade e em situações atípicas. Um software antivírus configurado e atualizado também é indispensável.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vulnerabilidade no Android e IOS para as senhas do Facebook

Os sistemas Android e iOS que possuem integração e/ou acesso ao Facebook, podem ter falhas de segurança que permita que crackers tenham acesso as credenciais de login da rede social. A falha foi descoberta pelo desenvolvedor Gareth Wright e divulgada no seu blog.

O arquivo "plist", que armazena as informações de acesso das contas do Facebook sem criptografia, deixa os dados dos usuários em uma pasta acessível a outros aplicativos ou conexões USB. Usando o programa iExplorer (PC e Mac), que acessa iPhones com jailbreak como um pendrive, um desenvolvedor encontrou um arquivo com dados de acesso do Facebook no aplicativo do popular jogo Draw Something.

Ao explorar o diretório de aplicativos do Facebook, Wright encontrou cache e Facebook.plist, e usando o FQL (Facebook Query Language), descobriu que podia recuperar "praticamente qualquer informação" da sua conta na Rede Social.

Wright afirmou que o sistema Android tem um problema parecido, e como a plataforma é mais aberta que o iOS, a segurança dos aplicativos fica muito mais dependente de seus desenvolvedores. 

O Facebook já informou que esta trabalhando para solucionar o problema nos aplicativos de terceiros, mas não deu nenhuma previsão de quando essa correção estará disponível.

#FICAADICA
  • Evite acessar sua conta do Facebook em smartphones de outras pessoas;
  • Proteja o acesso ao seu smartphone com senhas ou padrões seguros;

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Tendência dos Malwares

Estamos chegando a um novo tempo sobre as tendências para Malware. Novas plataformas!

Até então, era fácil saber que a plataforma mais visada, mais explorada e mais atingida para exploração de vulnerabilidades, era de longe a plataforma Windows, da Microsoft. Isso era obviamente devido ao grande número de usuários da plataforma, em relação a outras como Linux e Mac OS. É simples chegar a essa conclusão: "Que vantagem teria um hacker em explorar uma vulnerabilidade de um sistema operacional, quando o mesmo é utilizado apenas por uma pequena porcentagem de usuários?" Seria como encontrar uma "agulha no palheiro", pois além de encontrar um sistema vulnerável, ainda seria necessário uma ação para que a brecha fosse explorada, ou seja, uma infecção por malware. 

Esse cenário começa a ser mudado. Já é comum ver em sites de tecnologia, de segurança da informação, ou até mesmo em mídias que abordam o assuntos relacionados a T.I., que os usuários da plataforma Mac OS também já podem compartilhar dessa preocupação, ainda que em número pequeno.

A ameaça Flashfake, popularmente conhecida também como Flashback, já infectou cerca de 2,3 mil Macs no Brasil e 13 mil na América Latina, sendo o Brasil o 2º lugar nessa lista, representando 14% do total das infecções. O ranking é liderado pelo México, com 44% das infecções.

O Flashback explora uma ameaça no Oracle Java, que ainda oferece uma tela falsa de instalação de certificados digitais, caso o Java esteja atualizado e seguro contra a falha a ser explorada, dessa forma, removendo a atualização e tornando-o vulnerável novamente.

Outras plataformas também já têm sido vítimas frequentes de ataques, como é o caso do Android (sistema operacional para smartphones). Nesse blog mesmo já foram divulgados alguns artigos relatando a ação de algumas ameaças para tal plataforma.

Nota-se claramente que, assim que uma plataforma (sistema operacional) começa a ganhar destaque de mercado, ou seja, torna-se altamente utilizada por usuários, cresce na mesma proporção os riscos que ela começa a representar, pois passa a se tornar alvo mais fácil. Acredito que tais alvos ainda devem aumentar com o forte investimento que a Microsoft vem fazendo no Windows Phone, o qual provavelmente também se tornará alvo fácil dos hackers.

Vamos apenas aguardar pra ver que será a próxima "bola da vez"!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

600 mil Mac´s infectados no mundo

O malware Flashback, para Mac OS X, ganha uma nova variação chamada BackDoor.Flashback.39, e a princípio explorar uma falha específica no plugin Java.
A companhia de segurança Dr.Web (Rússia) divulgou que cerca de 600 mil computadores já foram infectados, sendo que 1,8 mil estão localizados no Brasil.
De acordo com a companhia, cerca de 4 milhões de sites possuem o código malicioso hospedado. Assim, acredita-se que essa seja a maior botnet de Mac´s já vista até hoje. Cerca de 300 mil sites estão localizados nos EUA. Os primeiros indícios do Flashback começaram a aparecer em setembro de 2011.
O Flashback sequestra o tráfego de buscas e redireciona os usuários para sites próprios, carregados de anúncios.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Google Chrome é o navegador mais seguro, segundo estudo.

Um estudo realizado pela Accuvant concluiu que o browser da Google é o que possui as melhores ferramentas de proteção. Os browsers Internet Explorer e Firefox também foram analisados.

Esse é mesmo o mês do Chrome! Além de ter sido considerado o browser mais seguro, ultrapassou o seu rival Firefox, obtendo a segunda colocação no mercado em relação a utilização de browsers, ficando atrás apenas do Internet Explorer.

“Chrome e Internet Explorer implantaram sistemas que coíbem explorações, e o Firefox está atrás por não contar com a ferramenta de endurecimento JTT”, diz o estudo, conduzido pela companhia de segurança Accuvant.

O Google Chrome conta com um sandbox implantado de forma compreensiva e inteligente, o que o torna mais protegido contra ataques externos, diz a Accuvant.

Apesar da pesquisa ter sido patrocinada pelo próprio Google, as ferramentas utilizadas para analise estão disponíveis para que os próprios usuários façam seus testes.

A análise
Em cinco conceitos – correções de segurança, navegação segura, Sandbox, KIT e arquitetura para plugins – o Chrome tirou nota máxima, alegou a Accuvant. O IE ficou em segundo, por conta de deficiência no sandbox e no JIT, e o Firefox, em último, por falhar também na integração dessas duas ferramentas.

O Chrome ganhou pontos pelo fato de suas atualizações serem liberadas com maior rapidez, em média a cada 53 dias, enquanto o Firefox tem uma média de 158 dias e o Internet Explorer 214 dias.

Os 3 navegadores, que respondem por cerca de 93% do mercado, foram analisados em computadores com  sistema operacional Windows 7. A conclusão segue o que aconteceu no evento hacker Pwn2Own, quando o Chrome não foi abatido pelos participantes.

Essa pesquisa vem provar que, a cada dia que passa, realmente o Google Chrome têm sido a melhor escolha entre os browsers, quando se trata de segurança.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O crescente mercado de malware para Android

Uma pesquisa realizada pela Juniper Networks comprova que o número de malwares para Android cresceu 472% desde o meio do ano. A principal forma de disseminação de tais pragas é a própria Android Market, loja oficial de aplicativos para Android.

Os piores meses desse ano foram outubro e novembro, quando as taxas de crescimento foram 110% e 111% respectivamente. No entanto a Juniper já havia observado essa tendência desde julho, quando observou uma alta de 400% em relação ao mesmo período de 2010.

A maior parte dos programas maliciosos encontrados na loja virtual, que representam 55%, tem o objetivo de roubar dados pessoais dos seus usuários, enquanto os outros 45% tem por objetivo enviar mensagens de texto do celular do usuário, gerando taxas pelo serviço. Acredita-se que os desenvolvedores das pragas para Android são os mesmos que no passado criaram malwares para Windows Mobile e Simbian, mas agora atualizaram seus códigos para o Android, já que o sistema operacional responde por uma boa fatia do mercado.

A Google apaga prontamente softwares enganosos tão logo eles sejam identificados, mas muitos usuários acabam caindo na armadilha antes disso. A julgar pelo crescimento do número de ameaças, a estratégia da gigante parece não estar surtindo efeito.

 Todo cuidado é pouco quando for efetuar um download de um aplicativo na Android Market. Faça uma pesquisa pelo seu desenvolvedor, veja quais são as permissões que o software necessita e faça uma analise se realmente elas são necessárias, mantenha uma antivirus ativo e atualizado no seu sistema operacional Android.