segunda-feira, 16 de abril de 2012

Phishing para Twitter

Um novo ataque de phishing esta se espalhando pelo Twitter, com o objetivo de efetuar um roubo de identidade dos usuários da rede. O golpe foi identificado pelo ESET e já afetou mais de 31 mil usuários ao redor do mundo. As mensagens falsas geralmente usam mensagens sobre rumores ou tragédias.

Os tweets incluem um link fraudulento e, caso o usuário clique no mesmo, é redirecionado para uma página que informa que a conta do Twitter saiu do ar. A partir disso o usuário é instruído a inserir informações pessoais, entre elas o usuário/senha, para poder voltar a rede. Nesse momento ocorre o roubo de identidade, ou seja, alguém tomará posse do seu usuário/senha.

Até o momento, apenas links e frases em inglês foram identificados pela ESET, mas a tendência é que logo migrem para outros idiomas, inclusive o português. 

Para evitar esse tipo de ataque, é mais válido a atenção do usuário, evitando clicar em links suspeitos e acima de tudo, não inserir informações pessoais sem necessidade e em situações atípicas. Um software antivírus configurado e atualizado também é indispensável.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vulnerabilidade no Android e IOS para as senhas do Facebook

Os sistemas Android e iOS que possuem integração e/ou acesso ao Facebook, podem ter falhas de segurança que permita que crackers tenham acesso as credenciais de login da rede social. A falha foi descoberta pelo desenvolvedor Gareth Wright e divulgada no seu blog.

O arquivo "plist", que armazena as informações de acesso das contas do Facebook sem criptografia, deixa os dados dos usuários em uma pasta acessível a outros aplicativos ou conexões USB. Usando o programa iExplorer (PC e Mac), que acessa iPhones com jailbreak como um pendrive, um desenvolvedor encontrou um arquivo com dados de acesso do Facebook no aplicativo do popular jogo Draw Something.

Ao explorar o diretório de aplicativos do Facebook, Wright encontrou cache e Facebook.plist, e usando o FQL (Facebook Query Language), descobriu que podia recuperar "praticamente qualquer informação" da sua conta na Rede Social.

Wright afirmou que o sistema Android tem um problema parecido, e como a plataforma é mais aberta que o iOS, a segurança dos aplicativos fica muito mais dependente de seus desenvolvedores. 

O Facebook já informou que esta trabalhando para solucionar o problema nos aplicativos de terceiros, mas não deu nenhuma previsão de quando essa correção estará disponível.

#FICAADICA
  • Evite acessar sua conta do Facebook em smartphones de outras pessoas;
  • Proteja o acesso ao seu smartphone com senhas ou padrões seguros;

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Tendência dos Malwares

Estamos chegando a um novo tempo sobre as tendências para Malware. Novas plataformas!

Até então, era fácil saber que a plataforma mais visada, mais explorada e mais atingida para exploração de vulnerabilidades, era de longe a plataforma Windows, da Microsoft. Isso era obviamente devido ao grande número de usuários da plataforma, em relação a outras como Linux e Mac OS. É simples chegar a essa conclusão: "Que vantagem teria um hacker em explorar uma vulnerabilidade de um sistema operacional, quando o mesmo é utilizado apenas por uma pequena porcentagem de usuários?" Seria como encontrar uma "agulha no palheiro", pois além de encontrar um sistema vulnerável, ainda seria necessário uma ação para que a brecha fosse explorada, ou seja, uma infecção por malware. 

Esse cenário começa a ser mudado. Já é comum ver em sites de tecnologia, de segurança da informação, ou até mesmo em mídias que abordam o assuntos relacionados a T.I., que os usuários da plataforma Mac OS também já podem compartilhar dessa preocupação, ainda que em número pequeno.

A ameaça Flashfake, popularmente conhecida também como Flashback, já infectou cerca de 2,3 mil Macs no Brasil e 13 mil na América Latina, sendo o Brasil o 2º lugar nessa lista, representando 14% do total das infecções. O ranking é liderado pelo México, com 44% das infecções.

O Flashback explora uma ameaça no Oracle Java, que ainda oferece uma tela falsa de instalação de certificados digitais, caso o Java esteja atualizado e seguro contra a falha a ser explorada, dessa forma, removendo a atualização e tornando-o vulnerável novamente.

Outras plataformas também já têm sido vítimas frequentes de ataques, como é o caso do Android (sistema operacional para smartphones). Nesse blog mesmo já foram divulgados alguns artigos relatando a ação de algumas ameaças para tal plataforma.

Nota-se claramente que, assim que uma plataforma (sistema operacional) começa a ganhar destaque de mercado, ou seja, torna-se altamente utilizada por usuários, cresce na mesma proporção os riscos que ela começa a representar, pois passa a se tornar alvo mais fácil. Acredito que tais alvos ainda devem aumentar com o forte investimento que a Microsoft vem fazendo no Windows Phone, o qual provavelmente também se tornará alvo fácil dos hackers.

Vamos apenas aguardar pra ver que será a próxima "bola da vez"!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

600 mil Mac´s infectados no mundo

O malware Flashback, para Mac OS X, ganha uma nova variação chamada BackDoor.Flashback.39, e a princípio explorar uma falha específica no plugin Java.
A companhia de segurança Dr.Web (Rússia) divulgou que cerca de 600 mil computadores já foram infectados, sendo que 1,8 mil estão localizados no Brasil.
De acordo com a companhia, cerca de 4 milhões de sites possuem o código malicioso hospedado. Assim, acredita-se que essa seja a maior botnet de Mac´s já vista até hoje. Cerca de 300 mil sites estão localizados nos EUA. Os primeiros indícios do Flashback começaram a aparecer em setembro de 2011.
O Flashback sequestra o tráfego de buscas e redireciona os usuários para sites próprios, carregados de anúncios.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Google Chrome é o navegador mais seguro, segundo estudo.

Um estudo realizado pela Accuvant concluiu que o browser da Google é o que possui as melhores ferramentas de proteção. Os browsers Internet Explorer e Firefox também foram analisados.

Esse é mesmo o mês do Chrome! Além de ter sido considerado o browser mais seguro, ultrapassou o seu rival Firefox, obtendo a segunda colocação no mercado em relação a utilização de browsers, ficando atrás apenas do Internet Explorer.

“Chrome e Internet Explorer implantaram sistemas que coíbem explorações, e o Firefox está atrás por não contar com a ferramenta de endurecimento JTT”, diz o estudo, conduzido pela companhia de segurança Accuvant.

O Google Chrome conta com um sandbox implantado de forma compreensiva e inteligente, o que o torna mais protegido contra ataques externos, diz a Accuvant.

Apesar da pesquisa ter sido patrocinada pelo próprio Google, as ferramentas utilizadas para analise estão disponíveis para que os próprios usuários façam seus testes.

A análise
Em cinco conceitos – correções de segurança, navegação segura, Sandbox, KIT e arquitetura para plugins – o Chrome tirou nota máxima, alegou a Accuvant. O IE ficou em segundo, por conta de deficiência no sandbox e no JIT, e o Firefox, em último, por falhar também na integração dessas duas ferramentas.

O Chrome ganhou pontos pelo fato de suas atualizações serem liberadas com maior rapidez, em média a cada 53 dias, enquanto o Firefox tem uma média de 158 dias e o Internet Explorer 214 dias.

Os 3 navegadores, que respondem por cerca de 93% do mercado, foram analisados em computadores com  sistema operacional Windows 7. A conclusão segue o que aconteceu no evento hacker Pwn2Own, quando o Chrome não foi abatido pelos participantes.

Essa pesquisa vem provar que, a cada dia que passa, realmente o Google Chrome têm sido a melhor escolha entre os browsers, quando se trata de segurança.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O crescente mercado de malware para Android

Uma pesquisa realizada pela Juniper Networks comprova que o número de malwares para Android cresceu 472% desde o meio do ano. A principal forma de disseminação de tais pragas é a própria Android Market, loja oficial de aplicativos para Android.

Os piores meses desse ano foram outubro e novembro, quando as taxas de crescimento foram 110% e 111% respectivamente. No entanto a Juniper já havia observado essa tendência desde julho, quando observou uma alta de 400% em relação ao mesmo período de 2010.

A maior parte dos programas maliciosos encontrados na loja virtual, que representam 55%, tem o objetivo de roubar dados pessoais dos seus usuários, enquanto os outros 45% tem por objetivo enviar mensagens de texto do celular do usuário, gerando taxas pelo serviço. Acredita-se que os desenvolvedores das pragas para Android são os mesmos que no passado criaram malwares para Windows Mobile e Simbian, mas agora atualizaram seus códigos para o Android, já que o sistema operacional responde por uma boa fatia do mercado.

A Google apaga prontamente softwares enganosos tão logo eles sejam identificados, mas muitos usuários acabam caindo na armadilha antes disso. A julgar pelo crescimento do número de ameaças, a estratégia da gigante parece não estar surtindo efeito.

 Todo cuidado é pouco quando for efetuar um download de um aplicativo na Android Market. Faça uma pesquisa pelo seu desenvolvedor, veja quais são as permissões que o software necessita e faça uma analise se realmente elas são necessárias, mantenha uma antivirus ativo e atualizado no seu sistema operacional Android.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quantos vírus surgem diariamente?

Segundo estatísticas da Panda Security, esse número chega a 73 000 novas ameaças diariamente. A Collective Intelligence (CI), que é um motor de busca para segurança na web, recentemente atingiu 200 milhões de ameaças registradas na nuvem.

A CI se utiliza de usuários do antivírus gratuito da Panda, e também de outras empresas e colaboradores. A compania afirmou que a ferramenta registra diariamente 73 000 ameaças, entre worms, spyware, vírus e trojans. A ferramenta armazena essas informações em um banco de dados que hoje esta na casa dos 25 terabytes.

A média de ameaças criadas diariamente subiu de 55 mil em 2009 para 63 mil em 2010 e já bateu os 73 mil esse ano.

A Microsoft divulgou em maio que um em cada 14 downloads pode conter código de malware. Hoje em dia as mídias sociais, especialmente o Facebook, são as ferramentas de disseminação mais utilizadas para ludibriar o usuário.

"O escaneamento, classificação e desinfecção de malware em tempo real por meio da nuvem, é a única forma manter o ritmo em que os cibercriminosos estão distribuindo novas ameaças", disse Pedro Bustamante, consultor sênior de segurança da Panda Security. Ainda assim, a empresa reconhece que o inimigo é sofisticado e evolui a grandes passos, contando com muito apoio.  "São organizações criminosas, estruturadas como uma empresa de médio ou grande porte."

"Eu não ficaria surpreso se alguns desses grupos também tiver laços políticos em alguns países do Leste Europeu por 'proteção' como forma de evitar serem derrubados", afirmou o consultor.

Hoje em dia, todo cuidado é pouco ao efetuar downloads de arquivos e, principalmente, acessar sites que peçam dados pessoais através de redes não-seguras. As formas de se obter tais dados estão cadas vez mais sofisticadas e algumas inclusive já são capazes de "enganar" as ferramentas de segurança mais comum utilizadas no mercado.